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Lembrando a viagem que nunca teve volta
26 de agosto de 2008

Pouco mais de duas mil pessoas saíram do cantão de Friburgo no século 19 rumo ao Brasil para criar um novo paraíso: Nova Friburgo. Muitos deles morreram no caminho.

Na Suíça, uma associação que une as duas cidades organiza uma delegação de duzentas pessoas para visitar seus "conterrâneos" em outubro de 2009. swissinfo entrevista seu presidente e fala de uma história que emociona suíços até hoje.

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Suíços do estrangeiro querem fronteiras abertas
23 de agosto de 2008

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O suíço-brasileiro Kelvin Aebi com o uniforme militar.
Maioria dos suíços do estrangeiro defende em congresso a livre circulação de trabalhadores. Presente, ministro defende fronteiras abertas, mas sem esquecer uma especificidade helvética: a democracia direta.

Dois suíços-brasileiros dão seu testemunho durante o evento realizado em Friburgo de uma vida entre os dois países.

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"O festival está certo em privilegiar a qualidade"
17 de agosto de 2008

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E locarno continua sendo um festival da família...
As salas foram fechadas e os prêmios entregues: mais uma edição do Festival Internacional de Cinema de Locarno fecha suas portas com um balanço diverso.

Uns criticam o evento pela ausência de estrelas e outros acham que não existe um melhor lugar no mundo para vivenciar o "verdadeiro" cinema. Mas afinal, quem se preocupa com a discussão tendo a sala de exibição mais bonita do mundo?

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Filme mexicano ganha em Locarno
16 de agosto de 2008

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"Parque Vía", um retrato da solidão e das grandes desigualdades sociais na sociedade mexicana, é o longa-metragem do diretor Enrique Rivero que ganhou o "Leopardo de Ouro", o principal prêmio do Festival de Locarno.

Já o documentário suíço "La Forteresse", sobre um centro de triagem para solicitantes de asilo político, levou o prêmio de "Cineastas do presente". Eva Randolph foi a única brasileira a ser premiada em Locarno com o curta "Dez elefantes".

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"Novelas freiam aceitação de filmes brasileiros no exterior"
15 de agosto de 2008

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Cao Guimarães durante uma festa em Locarno. (pardo.ch)
As atividades mais importantes do Festival de Locarno ocorrem longe das salas de projeção: a venda de direitos e distribuição de verbas para produção. Os poucos cineastas e produtores brasileiros presentes descobrem que a competição é mais acirrada do que parece.

Uns acham que a presença reduzida dos filmes brasileiros fora do país é culpa da novela. Outros vêm na falta de experiência dos cineastas nos mercados internacionais o maior problema.

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